Ontem, 27 de Maio de 2010 foi o dia do tão ansiado concerto dos Bella Damião no Insólito Bar.
Gostaríamos de aproveitar este espaço para endereçar os nossos agradecimentos aos Bella Damião pela disponibilidade manifestada para nos ajudar e pelo magnífico trabalho, a toda a equipa de som, ao Insólito Bar pela doação da receita e a todos os que estiveram connosco e contribuíram para este projecto.
A todos, muito obrigado.
De finais de Julho a inícios Setembro de 2010 estaremos em S. João de Angolares, cidade localizada na ilha de S. Tomé, arquipélago de S. Tomé e Príncipe, e aí seremos nós a contribuir com o nosso conhecimento e o nosso trabalho.
Consigo vamos concretizar este projecto.
sábado, 29 de maio de 2010
sexta-feira, 28 de maio de 2010
S. João dos Angolares e o contexto sócio-económico-sanitário;
São João dos Angolares é uma pequena cidade localizada na ilha de S. Tomé.
Está localizada junto a um par de pequenos rios e a principais actividades são a pesca e as culturas de cacau e café.
Pensa-se que o nome desta cidade deriva da lenda do naufrágio de um navio que terá embatido no rochedo Sete Pedras no século XVI. Este navio transportava escravos angolanos colonizariam a área e cujos descendentes vivem na cidade hoje. Porém, outros proclamam que os Angolanos são na realidade descendentes de uma população pré-europeia na ilha. A população da cidade fala Angolar, um idioma crioulo único.
Enquadramento sócio-económico-sanitário:
Em S. Tomé e Príncipe, 40% da população não tem acesso a água potável e 80% não acede ao saneamento básico. Trata-se de uma população com elevadas taxas de analfabetismo e graves problemas de pobreza – em 2001, 38,7% da população vivia no limiar da pobreza e 15,1% na pobreza extrema (OMS:2006: pg.8). Deste cenário resulta a incidência de diversas patologias. S. Tomé e Príncipe é mesmo um dos países do Mundo mais afectados pela malária, estando esta na base de muitos dos casos de absentismo e baixa produtividade.
Fontes:
Está localizada junto a um par de pequenos rios e a principais actividades são a pesca e as culturas de cacau e café.
Pensa-se que o nome desta cidade deriva da lenda do naufrágio de um navio que terá embatido no rochedo Sete Pedras no século XVI. Este navio transportava escravos angolanos colonizariam a área e cujos descendentes vivem na cidade hoje. Porém, outros proclamam que os Angolanos são na realidade descendentes de uma população pré-europeia na ilha. A população da cidade fala Angolar, um idioma crioulo único.
Enquadramento sócio-económico-sanitário:
Em S. Tomé e Príncipe, 40% da população não tem acesso a água potável e 80% não acede ao saneamento básico. Trata-se de uma população com elevadas taxas de analfabetismo e graves problemas de pobreza – em 2001, 38,7% da população vivia no limiar da pobreza e 15,1% na pobreza extrema (OMS:2006: pg.8). Deste cenário resulta a incidência de diversas patologias. S. Tomé e Príncipe é mesmo um dos países do Mundo mais afectados pela malária, estando esta na base de muitos dos casos de absentismo e baixa produtividade.
As carências sentidas no sector da saúde vêm agravar este cenário. O sector tem uma generalizada e continuada falta de meios que se reflecte nas fracas condições de trabalho e na desmotivação do pouco pessoal qualificado. Como consequência, o sector de saúde pública tem tido dificuldade em manter os seus técnicos qualificados e ressente-se, ainda, da insuficiente formação dos agentes sanitários. Esta limitação impede, para além de uma melhor qualidade dos cuidados de saúde prestados, a sensibilização, junto da população, para noções básicas de saúde, bem como sobre alternativas viáveis para melhorar as suas condições de vida, mesmo em contexto de pobreza.
A situação da saúde em S. Tomé e Príncipe permanece, desta forma, como um dos maiores obstáculos ao seu desenvolvimento, perpetuando-se um alarmante panorama de morbilidade e mortalidade.
O Distrito de Caué é considerado o segundo distrito mais pobre do país com 65% da população a viver abaixo do limiar da pobreza (OMS:2006: pg.9). Tradicionalmente um distrito isolado, Caué tem assistido nos últimos anos a um crescimento no investimento em diferentes actividades do distrito. Também na área da saúde tem sido notório o aumento do investimento, não só traduzido em recursos humanos e materiais como na organização das infra-estruturas de saúde, por parte do sistema nacional de saúde.
Fontes:
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Concerto de angariação de fundos do projecto Sul 28 Maio 22 horas @ Insólito Bar
O projecto Sul apresenta Bella Damião na próxima Sexta Feira dia 28 de Maio às 22 horas no Insólito Bar.
Não percas esta oportunidade para te divertires e contribuíres com 3€ para a nossa missão.
Vais ouvir, muito seguramente, música com qualidade.
Reminder: Próxima sexta-feira à noite no Insólito.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Projecto Sul 2009 --->> Projecto Sul 2010
Projecto Sul: extracto de um vídeo de miúdos brincando alegremente nas areias de S. Tomé em 2009. O projecto de 2010 está a "ganhar cor".
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Peregrinação Centros Univertários 2010 "Campo Maior - Vila Viçosa"
O projecto Sul segue determinado.
Desta feita marcamos presença na Peregrinação dos Centros Universitários cuja organização coube este ano ao Centro Universitário Padre António Vieira, de Lisboa.
Tivemos a oportunidade de vivenciar tanto a entrega e a partilha como a interiorização num percurso pedonal entre Campo-Maior e Vila-Viçosa, sempre na companhia da idílica paisagem alentejana em pleno esplendor primaveril.
Acreditamos que Deus esteve connosco.
Tudo aquilo que tivemos experimentamos é por certo determinante para o sucesso da nossa missão em África. Tendo isto como um facto é muita a gratidão que devemos a todas as pessoas que tornaram este projecto possível, desde a organização a todos os que participaram.
Fica a foto de grupo para a memória.
sábado, 27 de março de 2010
sexta-feira, 26 de março de 2010
Quem é o projecto Sul?
"Olá eu sou o João, e estou neste projecto por querer servir de um modo simples, desapegado e inteiro."
João Brandão, Jesuíta, coordenador do projecto Sul.
"Olá, eu sou o Bruno Nobre e estou no Sul porque acredito que a gratuidade pode transformar o rosto do mundo."
Bruno Nobre, Jesuíta, coordenador do projecto Sul.
"Olá, eu sou a Luisinha e sinto neste projecto uma oportunidade de Ser Mais e Amar Mais."
Luísa Cantista, Psicóloga, coordenadora do projecto Sul.
"Olá, eu sou a Andreia e estou no Projecto Sul porque quero dar mais de mim."
Andreia Amorim, Estudante de Economia, voluntária do projecto Sul.
"Olá eu sou o Avelino. Sempre me identifiquei com os ideais de voluntariado, a luta por um mundo mais justo. Em África a motivação não poderia ser maior, é demasiado urgente e não consigo ficar indiferente. Dar um pouco de esperança é tudo o que poderei fazer, mas fará toda a diferença".
Avelino Silva, Estudante de Engenharia Biológica, voluntário do projecto Sul.
"Olá eu sou a Ana e faço parte deste projecto porque confio."
Ana Salgado, doutoranda em Psicologia pela Universidade do Minho, voluntária do projecto Sul.
“Olá eu sou a Beatriz e faço parte deste projecto porque quero ajudar e o Sul pareceu-me a maneira perfeita.”
Beatriz Pristaleão, Estudante de Medicina, voluntária do projecto Sul.
"Eu sou a Catarina e estou neste grupo porque há já muito que quero deixar o meu egoismo de parte e dedicar algum tempo aos que realmente precisam."
Catarina Barroso, Estudante de Medicina, voluntária do projecto Sul.
"Olá eu sou a Cristiana e estou neste projecto porque… porque não?"
Cristiana Oliveira, Estudante de Relações Internacionais, voluntária do projecto Sul.
"Olá eu sou a Eva e estou no Projecto Sul porque a verdadeira "aprendizagem" está na partilha!"
Eva Janela, Professora do 1º ciclo, voluntária do projecto Sul.
"Olá eu sou a Filó e faço parte do projecto sul porque há muito mais para além de mim."
Filomena Silva, Estudante de Relações Internacionais, voluntária do projecto Sul.
"Olá, eu sou a Flávia Rodrigues e faço parte deste projecto pois creio que devemos sempre dar um pouco mais do que temos e que esta é uma forma óptima de o fazer, apostando na partilha de conhecimento e experiências!"
Flávia Rodrigues, Estudante de Enfermagem, voluntária do projecto Sul.
“A necessidade de fazer algo de significativo na minha vida e de viver novas e nobres sensações levou-me a integrar o projecto Sul”
Francisco Pinheiro, Professor do Ensino Profissional, voluntário do projecto Sul.
"Com o SUL, seja onde for, quero e espero descobrir quem sou através daquilo que tenho para dar aos outros"
Inês Pinto Machado, Estudante de Psicologia, voluntária do projecto Sul.
"Quando mais dou mais tenho."
“Olá, eu sou o Ricardo e faço parte deste projecto porque tenho vontade de agir em prol do desenvolvimento humano.”
José Ricardo Soares, Farmacêutico, voluntário do projecto Sul.
"Eu sou a Luísa e estou no projecto Sul porque é preciso agir. E eu quero dar o meu contributo para um Mundo mais generoso."
Luísa Silva, Estudante de Medicina, voluntária do projecto Sul.
"Olá, eu sou a Margarida e faço parte deste projecto porque estou em busca de vida para além de mim!"
Margarida Sousa, Professora do 1º ciclo, voluntária do projecto Sul.
"Olá, eu sou a Marta e sempre desejei fazer algo que contribuísse para melhorar um pouco o mundo, especialmente África.O que poderia ser melhor que fazer parte de um projecto constituído e construído por outras pessoas com a mesma vontade?"
Marta Lages, Professora do 1º ciclo, voluntária do projecto Sul.
"Olá eu sou a Raquel, nunca tinha pensado realmente no porquê de ir para Sul, no meu caso é mais que assente que tenho de ir, sempre o quis fazer… vou para chegar até quem precisa, encontrando-me!”
Raquel Barbosa, Professora do 1º ciclo, voluntária do projecto Sul.
"Olá, eu sou a Sónia e estou no Projecto Sul porque sinto que devo expandir a minha acção como pessoa no mundo para além do meu quadrado."
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